MOBILIZAÇÃO 10 de Setembro de 2019 - Por SINTRAJUF/PE

Reunião na FENAJUFE define encaminhamentos

O Sintrajuf, além de presente no Ato na Praça do Derby no 7 de Setembro, também esteve na reunião com a direção colegiada da FENAJUFE e sindicatos, chamada de “ampliadinha”, em Brasília. O encontro abordou uma pauta abrangendo a reforma da previdência, a Justiça do Trabalho, os efeitos da EC n.º 95 sobre os servidores, a situação dos Quintos frente a tramitação de processos no STF e no CJF e outros assuntos.

O Sindicato foi representado pelo presidente, Manoel Gérson, que apresentou as iniciativas do Sintrajuf-PE frente à reforma da previdência. O dirigente citou a campanha publicitária nas redes, outdoors no interior e veiculações na rádio (próxima semana recomeça para a fase no Senado) e a busca de audiências com os Senadores, bem como o intenso diálogo com a base e a presença nas ruas em todos os atos unitários que pautaram a PEC 06.



Com relação aos Quintos, o dirigente do Sintrajuf-PE informou que acompanha através da assessoria jurídica e que aguarda reunião com o presidente do TRF da 5ª Região para tratar da situação dos servidores do ramo Federal do PJU em face da decisão do CJF de suspender o pagamento dos Quintos a partir de outubro.

Sobre a Justiça do Trabalho, Manoel Gérson garantiu a presença do Sintrajuf-PE no Encontro Nacional dos servidores desse ramo, agendado pela FENAJUFE para 26 e 27 de outubro, e a realização de um encontro local, preparatório daquele, previsto para o início de outubro.

FENAJUFE

A Coordenação Jurídica e Parlamentar da Fenajufe presidiu a mesa para a apresentação da Assessoria Parlamentar sobre os trâmites da PEC n.º 06/2019 e as dificuldades de avanços em virtude da composição do Senado. A Assessoria, representado por Enrico Ribeiro, também relacionou os ataques diretos aos servidores encaminhados pelo governo Bolsonaro (PSL) e sua base no Congresso e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Ribeiro explicou o que deve integrar a vindoura reforma administrativa, que trará o fim da estabilidade e a redução da jornada de trabalho com redução de salários, bem como a redução do quadro de servidores. A reforma sindical também foi objeto da informação do Assessor, quem destacou as intenções declaradas do governo de atacar e esvaziar os movimentos populares, como já havia feito com o financiamento sindical e fez agora contra o movimento estudantil.

O governo buscará aprovar o fim da unicidade, prevista na Constituição. Na fala de Enrico Ribeiro, “o serviço público é a bola da vez do governo, que é fiscalista nos gastos), conservador (nos costumes) e liberal (no mercado)”.