Respondendo aos questionamentos enviados equivocadamente ao Sintrajuf-PE, informamos à categoria que nenhum aumento de contribuição foi discutido e nem há proposta nesse sentido, mantendo-se o mesmo percentual há quase três décadas. O valor só varia quando conquistamos reajustes salariais, que é uma luta que o Sindicato está travando agora!
Esclarecemos que a alteração na mensalidade só poderia ocorrer se aprovada pela base de filiados, democraticamente reunida em assembleia geral, divulgada por todos os meios de comunicação que dispõe a entidade e com amplo debate.
Não arredamos o pé do principal – a luta por questões imediatas/específicas (salários, condições de trabalho, saúde, carreira, previdência e etc.) e gerais, em conjunto com a classe trabalhadora, afinal Sindicato não é associação. Mas, seguimos buscando convênios, benefícios e formas de amenizar o valor real da mensalidade, garantindo a atuação (e melhorar os serviços aos filiados).
Filiar-se ao Sintrajuf-PE é o primeiro passo na defesa de seus próprios direitos!
Estar no Sintrajuf-PE é solidarizar-se com outros colegas, da ativa e aposentados, na construção permanente do seu instrumento coletivo que esteve – desde 23 de agosto de 1992 – e está nas lutas que melhoraram e buscam preservar salários com os PCSs (com greves, atos, caravanas a Brasília, reuniões com parlamentares, negociações nos Tribunais Superiores e etc.); que defenderam e defendem nossa aposentadoria; que enfrentaram e enfrentam hoje a reforma administrativa e outras medidas e políticas lesivas aos servidores.
Quem não luta por seus direitos não é digno de tê-los, estar no Sintrajuf-PE é integrar-se nas lutas e conquistas de ontem, de hoje e de sempre que dignificam nossa categoria!
Cresce a mobilização para greve dos servidores públicos em 18 de março
O Dia Nacional de Greve do Serviço Público no dia 18 de março ganha, a cada dia, mais adesões de várias categorias do funcionalismo, além do apoio dos parlamentares e movimentos sociais.
Bolsonaro trava concursos públicos para aprovar reforma administrativa
A aprovação de novos concursos públicos federais virou moeda de troca do governo para pressionar o Congresso e conseguir aprovar a reforma administrativa.
Não é só ofensa. É o desejo de Paulo Guedes para essas categorias
Deborah Duprat, subprocuradora-geral da República, que está à frente da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) do Ministério Público Federal avalia que as declarações do ministro Paulo Guedes não são apenas ofensas, mas um desejo para essas categorias.