Recompor em alguma medida as imensas perdas salariais foi o principal assunto da reunião que o Sintrajuf-PE participou, na última segunda-feira (11), com entidades da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, como a Fenajufe. A mobilização necessária está sendo preparada, com atividades previstas para começar este mês, apontando para a construção de uma greve geral do funcionalismo.
Para Manoel Gérson, que representou o Sintrajuf-PE na reunião, “a preocupação salarial e a discussão de carreira deverá assumir maior centralidade – não exclusividade – neste início de ano, dado o contexto de risco existente, mas menor, de imposição de uma reforma administrativa”, alertou.
O presidente do Sintrajuf-PE avalia que a grande vitória contra a PEC32 em 2021 torna mais difícil a pretensão de aprovar essa antirreforma em 2022. Mas de outro lado, são grandes as perdas inflacionárias e é inaceitável a posição do governo Bolsonaro quanto à reposição salarial apenas para setores policiais.
“Temos até o mês de abril para construir novamente uma grande mobilização para romper a política fiscalista, rentista e discriminatória de Bolsonaro e Guedes. Engajar-se é o caminho para quem de fato quer ver seus salários recuperados ainda que parcialmente. O Sintrajuf-PE, como fez ante a PEC32, vai estar em todas as frentes de luta e chamando a categoria a assumir sua responsabilidade e seu papel na luta!”, finalizou Manoel Gérson.
Mais conteúdo aqui:
https://www.fenajufe.org.br/noticias/noticias-da-fenajufe/8467-frente-parlamentar-mista-do-servico-publico-reune-entidades-e-discute-mobilizacoes-do-18-de-janeiro
Quintos voltam ao Plenário Virtual do STF
O RE 638.115 que trata dos quintos incorporados entre abril de 1998 e setembro de 2001, voltou ao plenário virtual.
Quintos incorporados na pauta do STF nesta quinta (26); Sintrajuf-PE está acompanhando
O presidente do Sintrajuf-PE, Manoel Gérson, e o diretor Carlos Felipe dos Santas estão em Brasília também para acompanhar a sessão.
Diap: Reforma sindical virá, com ou sem a nossa participação
Essa intenção foi explicitada em 4 de setembro, por Rogério Marinho, secretário Especial de Previdência e Trabalho e relator da nefasta Lei 13.467, na portaria 1.001 que instituiu, unilateralmente, o que ele chamou de Grupo de Altos Estudos do Trabalho (Gaet), “com o objetivo de avaliar o mercado de